quarta-feira, 27 de abril de 2011

Essencial

Num momento em que as nuvens avermelhadas pelas luzes da cidade, nessa parte alta da avenida em que a brisa propiciava remotas lembranças transitando a formar um emaranhado de sensações, me vi tropeçando; presente e passado diante de uma decisão decisiva-mente emoldurada num sonho realizado satisfatoriamente compartilhava a ventura daquele delicioso banquete cuja mesa posta oferecia alimentos que saciavam a fome , a sede e eu me reencontrava refletido em cada luz dos edifícios que iluminava a noite de maneira especial e particular; para que servem as luzes? São as iluministas iluminárias microvistas das janelas bem distantes, através delas, cada história tecia o sentido maior. As palavras foragidas foram aqui resgatadas para alcançar um propósito inaugurando a primavera em pleno outono. Descrever "tudo" e no fim chegar em "nada" e assim entender o poder do agora que muda os cursos de todas as almas perdidas
perdidas todas as almas;
e se eu não ouvir a música e não houver público. Eu dançarei.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Sentir Goiânia

Querê-la
Estar aqui
Conhecer seus mistérios
que são os meus
eles se abrem pra mim


As pessoas
o asfalto
e tudo mais
e tudo menos
não tem fim


Os pseudônimos (ir)reais
falam por nós
seres imorais
saudade de sentí-la
quando não estava aqui


Outrem
outrora
um lugar
noutra 
hora

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ciao

Bom dia comunidade! Éhhh... o dia começa frio na cidade "grande", acorda minha gente, sacode a preguiça, ducha gelada pra recobrar os sentidos - desligue a rádia - bem, agora faz de conta que era uma vez  "once upon a time". Já deu a hora de ir pra empresa. Não dá pra esperar senão dá problema. O mais importante disso tudo é fazer parte de tudo, enquanto ser ultrapassa o estar no dilema do ser, se tornar e ter. uhhuuuuuuuu... eita, quanta filosofia vazia. filosofia barata, até o governo 'tá oferecendo no palco da educação. Apenas deis real, liquidação, vamo levar.