terça-feira, 30 de novembro de 2010

Sem título, por enquanto

De tão subjetivo é quase subliminar. Foi a primeira vez que minhas propostas indecentes foram levadas a sério. Literalmente, levaram-as. Em pouco tempo conseguira o ideal que havia planejado, é bem verdade que existia uma força maior que movia tudo aquilo. O desejo. Manteve-se na esfera do desejo - oh, que ventura! As imagens oriundas daquele diálogo formaram-se fielmente nos recônditos libidinais daquela mente, enfim o corpo mostrava-se escultural, no ponto exato para fazer valer suas palavras. Toque 
toques
amasso, amassos
gozo simultaneamente duplo.
Era apenas o começo, pois um conflito pairava no ar, io sono - tu sei...
permanece inacabado, a história não terminou 

3 comentários:

  1. Subjetivo e subliminar...tão provocante, quanto misterioso! Ass:Paulo

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  2. E a graça e sutileza do erotismo, bailando a cá, por entre as palavras tuas. Ora, interrogo-me: haveria ela, a fascinação, ser hereditária, característica biológica desse mesmo sangue?!

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  3. subjetivo e subliminar
    sutileza do erotismo
    ora siamo qui

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