O medo me prendia e naquela prisão vi fenecer toda energia. Me restava o veneno de mim mesmo, única fonte vital. Desesperadamente, tratei-me de beber até a última gota e quando alucinado, Escrevi.
PS.: Seria muito cômodo um estilo descritivo, sobretudo não me sujeitaria a me entregar assim tão facilmente, sem pudor.
O medo sempre é ofuscado pela coragem do homem.
ResponderExcluirBom texto o seu.
Abraços!
quando o medo se converte em refúgio...
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