Por algum momento, escrevo...
Escrevo despretenciosamente,
escrevo comigo
como se fosse um monólogo
cuja personagem descobre-se protagonista da própria história.
Que tempo é esse em que não me reconheço?
Outra vez escrevo,
por egoísmo
por impulso.
Tudo que preciso é falar,
e tudo se torna em nada, pois
não conseguem me ouvir.
Continuo no palco atuando a história que descobrira ser minha.
Brilhantemente interpreto.
Não sei quando as luzes se apagarão!
E se baixarem as cortinas?
E se o público se for?
Veementemente escrevo.
De certo, muitos hão de ler, um dia.
Eu sei o que você senti...
ResponderExcluirMas, saiba que eu adoro o seu blog!
Pena que demora muito para postar!
Enfim, a maneira que você escreve me encanta, consigo sentir na pele o sentimento na qual deseja passar.
Continue escrevendo!Sempre!
Obrigado pelo carinho!
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