ando
lendo nada
escrevendo nada
só
fazendo de conta
Traduzindo-se-me
quinta-feira, 19 de julho de 2018
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Sunset
"Faça você mesmo seu microtabuleiro enquanto jogo linguistico."
Frente ao crepúsculo eu pude avistar
Um bando de aves no último revoar
E foi assim que eu percebi que algo me faltava
Procurei no alto da colina
Mas forte era a neblina que me ofuscara a visão
Ancorei-me no mais profundo oceano
Numa imensidão azul
Nada me foi revelado
Viajei por terras distantes
Lugares instigantes
Tudo em vão!
Não me resigno a viver nesse astral
Pois cada existência possui sua essência
Que de fato, em mim, não será letal.
*Dentro de uma caixa encontro alguns souvenirs como este amontoado de palavras que foram reunidos em 26/11/08 na capital do açafrão.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
October 16th, 2012.
Por algum momento, escrevo...
Escrevo despretenciosamente,
escrevo comigo
como se fosse um monólogo
cuja personagem descobre-se protagonista da própria história.
Que tempo é esse em que não me reconheço?
Outra vez escrevo,
por egoísmo
por impulso.
Tudo que preciso é falar,
e tudo se torna em nada, pois
não conseguem me ouvir.
Continuo no palco atuando a história que descobrira ser minha.
Brilhantemente interpreto.
Não sei quando as luzes se apagarão!
E se baixarem as cortinas?
E se o público se for?
Veementemente escrevo.
De certo, muitos hão de ler, um dia.
Escrevo despretenciosamente,
escrevo comigo
como se fosse um monólogo
cuja personagem descobre-se protagonista da própria história.
Que tempo é esse em que não me reconheço?
Outra vez escrevo,
por egoísmo
por impulso.
Tudo que preciso é falar,
e tudo se torna em nada, pois
não conseguem me ouvir.
Continuo no palco atuando a história que descobrira ser minha.
Brilhantemente interpreto.
Não sei quando as luzes se apagarão!
E se baixarem as cortinas?
E se o público se for?
Veementemente escrevo.
De certo, muitos hão de ler, um dia.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Palavras na imensidão
Em algumas situações há uma impressão de estar de volta ao
lugar secreto da imaginação, tudo pára, e a vida passa diante dos olhos que
cansados aguardam a primavera de seus anseios. São insensíveis a saber o mistério que transcende a qualquer preceito
e se perdem na dimensão profunda... pensamentos.
Goiânia, 22/11/2012
Nesse instante os tesouros são esquecidos, poucos conseguem
erguer seus braços e fazê-lo livre para que renasça em outra estação, quiçá,
mais favorável. Como se houvesse nos vindouros a chance de uma transformação
acessível ao todo e finalmente compartilhar o verdadeiro motivo da mais pura e genuína
experiência comemorada.
PS.: De uma época em que eu me atrevia a tratar do incognoscível...
Originalmente redigido em Mara Rosa, no dia 08 de Fevereiro de 2007.Goiânia, 22/11/2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Rima
Fiz uma margem no caderno
e com muito desvelo
aqui te entrego
essa rima pobre.
Pra você admirar
ou mesmo destratar
a pobreza de rimar.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Traduzir
Espero que os pensamentos não me sejam traiçoeiros, muito embora, quando os mesmos se transformam em qualquer coisa concreta, parte do seu sentido real transcende para outra dimensão. Alcançá-la-ei? De todo modo, essa mera apresentação de um significado maior, traduz-me. Compreendo-me... e uma parcela do que sou, torna-se um fragmento do que outrora "eu fora".
Nessa perspectiva, as ideias não estão erradas, apenas configuram-se em paradigmas diferentes, todavia, uma subversão impera no mundo daqueles que por vezes perpassam o meu. Diante de tanta limitação, no mínimo não perder-me, contudo, se ainda assim for inevitável, que seja por mim mesmo.
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