domingo, 20 de fevereiro de 2011

Lua Cheia

Um símbolo cíclico que num instante me trouxe uma nova cor para a tela da vida. Desde então me sinto rouco de tanto ouvir aquela bucólica história de um menino que sonhou pra nascer. Ele de fato nasceu e hoje está aqui a procurar uma missão, um propósito maior movido pela ânsia de significar, sobretudo, ainda que fragmentado encontrar a chance de seguir adiante rumo aos seus desígnios, os teus que são os meus, nossos
O medo de estar em evidência ainda impede a clareza das ideias, mesmo assim o vislumbre do poder continuar é forte a ponto de insistir nas redundâncias vazias que faz chegar em lugar algum, onde tudo existe. Lá longe, talvés no final do arcoíris, debaixo do pote de ouro, encontre um papel que descreva o local pra chegar.
Enquanto esse trajeto não se acaba, eu olho acima e percebo a lua cheia com sua formosura que mais parece com uma pedra celestial, me fazendo lembrar do caminho percorrido até aqui. Quantas luas geraram o "hoje" e quantas mais hão de trazer o depois de "amanhã" porque o amanhã a distância é curta de hoje. Preciso me afastar, distanciar, apartar tudo que se faz iniquidade. O papel acabou

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